sábado, 26 de novembro de 2011

O Amor Incondicional na Prática - Relacionamentos








Esses dias um amigo meu – que eu acho que não é necessário citar seu nome, mas é um cara muito honesto nos seus questionamentos – me perguntou sobre o que eu queria realmente transmitir com uma mensagem de Amor. Ele queria saber se eu realmente acreditava nisso ou se era alguma maneira de promover outras coisas através desta mensagem como por exemplo: promover a mim mesmo, e demais coisas do meu interesse – trabalhos, músicas, shows.. enfim.

Respondi a ele que não havia muito o que eu pudesse dizer para provar o quanto eu acredito no Amor. Eu tinha minha palavra somente, a minha crença sincera que eu tentei transmitir…

Apesar de manter minha crença intacta, de alguma forma aquele questionamento honesto do meu amigo me chamou atenção para algo muito importante dentro do intrincado paradoxo do Amor na Terra. Seria uma reflexão neste sentido:

Quando eu falo de Amor, da maneira como eu quero falar, apresentar e demonstrá-lo essencialmente, eu, necessariamente, acabo me tornando o parâmetro do que falo, o exemplo, o paradigma, o filho do meu próprio discurso…
Nessa posição o meu discurso é posto em cheque, em relação aos outros, mas, principalmente, em relação à própria crença e ideologia que eu tento sustentar, pois o meu comportamento passa a ser observado como ilustração do que pode vir a ser o Amor Incondicional; como ele funciona em um ser e nos seus respectivos relacionamentos, enfim, como é o ser sob esse novo paradigma do Amor Incondicional.

Pois bem, isso faz sentido – se alguém é capaz de imaginar, entender, compreender e conceber algo, empiricamente; e depois julga-se na posição de um conhecedor daquilo a ponto de tentar passar uma idéia clara, que visa o esclarecimento do Amor, esse alguém deveria, supostamente, manifestar esse conhecimento, pois tem a propriedade da essência daquilo que fala.  Deu pra sacar?

Sim. O que acontece é que somos todos humanos – no silogismo básico ai galera – humanos são imperfeitos né? São, isso é fato. Eu sou um ser humano? A princípio sim, eu sou. Portanto sou também imperfeito.  Tudo OK.

Nós entramos agora no paradoxo do Ser Humano meus caríssimos amigos. Nós somos duais nesta encarnação – funcionamos como um computador: o nosso software percebe a realidade assim como o computador reconhece o código binário, e, nesta dialética de opostos, extraímos informações sobre a vida, o tempo, o espaço, a nossa identidade, quase tudo aquilo que podemos perceber pelos nossos sentidos cartesianos; MAS (sempre tem um porém amigos) existem coisas que estão para além da nossa percepção dualística, maniqueísta, binária, dialética, paradoxal…

NOMES AOS BOIS!

No fim, independente de qualquer nomenclatura, religiões, temáticas, culturas, vocês vão encontrar o Amor.

Agora, o Amor galera é doido. Sim, o Amor é maior loucura de todas, pois nós não conseguimos sozinhos, encarnados, com a percepção limitada pelo código binário no qual estamos inseridos, compreendê-lo.  Há de se transcender a dualidade para compreendê-lo.
O que eu quero dizer é que nós não iremos encontrar a perfeição do Amor inseridos nesta realidade dual. Nós o encontramos na percepção transcendente. Na prática eu não serei perfeito sob a égide do Amor, somente saberia o caminho a ser trilhado a todo momento.
Pois nesta realidade onde para se compreender o branco nós temos que ter o preto; para compreender a vida temos de enfrentar a morte; para o tudo, há o nada; pra luz, a sombra -  para compreender o Amor precisamos também conhecer o ódio.
Se eu lhes dissesse, galera – Amor e Ódio são a mesma coisa – lhes pergunto: seriam vocês capazes de compreender?
Se eu lhes dissesse, ó galera – O AMOR não pode ser compreendido racionalmente, pelos nossos 5 sentidos, ou de maneira cartesiana, não -  somente podemos sentí-lo de forma abstrata…

Como compreender isso na prática se na prática nós somos seres inseridos numa realidade que só pode ser real se for construída na lógica dinâmica da dialética entre os opostos?!

Á, mas é por isso que cê está encarnadim meu caro! Aprendendo a Amar o Verdadeiro Amor…

Só que não acaba por ai. Mesmo quando nós começamos a sentir a vibe do Amor, o processo é lento e louco, e se desenrola da mesma maneira paradoxal da dialética maniqueísta humana. E ai nós, encarnados no Planeta Terra, continuamos nossa busca humana pelo Amor, tentando encontrá-lo em todas as coisas.

A princípio, em dias coloridos, nós o vemos por tudo! Mas…

E NOS DIAS CINZENTOS? Aonde encontrá-lo?

MAS -  E NOS RELACIONAMENTOS? CADÊ O AMOR? Afinal de contas, eu ainda não sou auto-suficiente, talvez nunca o seja, preciso COMPARTILHAR! 
[(?) Preciso ou simplesmente quero?]




Talvez galera, em algum momento, vocês percebam que toda essa história de relacionamentos se desenrola dentro de cada um de nós…



E QUANDO EU PERCEBO QUE A PAZ NÃO ESTÁ INTEGRALMENTE DENTRO DE MIM MESMO SOB A ÉGIDE DO AMOR?
Well…

RELACIONAMENTOS

Aqui nós temos uma puta confusão. Percebam que nós precisamos, antes de mais nada, saber formar pessoas, NÃO MÁQUINAS HUMANAS PARA SERVIR AS ENGRENAGENS DESTE SISTEMA PODRE!

E nós não nos preocupamos com a complexidade da psiqué humana galera. Não nos preocupamos com a instabilidade emocional dos nossos irmãos hoje, nem com a das nossas crianças (quiçá, muito menos com a das nossas crianças, do contrário não teríamos tantos exemplos do desserviço humano nesta nossa insana contemporaneidade).  
Nós temos mão de obra, temos técnicos, temos empreendedores, temos cientistas, médicos, advogados, engenheiros, soldados, governantes…

Todos esses são na sua maioria razoáveis, ou mediocres mesmo – dentro da sua classe profissional eu digo…
Temos alguns bons profissionais, sim, também temos, poucos, mas temos…

Mas e pessoas? Temos na grande maioria profissionais muito mal formados como pessoas.

Como eu posso ser um bom advogado se eu não sou uma boa pessoa??

Isso me parece tão óbvio porra.

- O que acontece?

- O que acontece são os nossos relacionamentos, galera. A nossa sociedade vive numa intrincada e complexa teia de projeções psicanalíticas. Projeções por todos os lados, angústias, frustrações, agonias, mágoas, tristeza, raiva e ódio permeiam esse pesadelo babilônico.

Precisaríamos nós de um punhado de psicanalistas, sociólogos, filósofos, psicólogos, terapêutas, médicos xamãns, e magos e extra terrestres para curar esta nação doente?


- Sei lá cara. Eu boto fé na micro revolução. A minha maior luta ocorre dentro de mim.

A SOMBRA

E eu insisto em botar fé em várias coisas. Uma delas é o Amor - Tudo OK.
Mas e compartilhar o Amor? Sim os relacionamentos! Percebam – em todas as esferas! Dos seres aos minerais, nada foge da criação…

            - Como vão os seus relacionamentos amigos?
-Mamãe, Papai, Filhinhos (COMEÇA POR AQUI)?
-Mano, maninha, manos e minas?
-Vózinha Vozão?
-Crianças e adultos?
-Pobres, ricos?
-Católicos, Evangélicos, Muçulmanos,  Maçons, Rosacruzes, Ateus e Protestantes?
-Negros, Índios, Orientais,  Arianos Ocidentais?
-Capitalistas, Comunistas, Sensacionalistas e Conspiradores?
-COM OS ANIMAIZINHOS, FLORZINHAS, ÁGUAS E TODA NATUREZA, nossa GAIA MÃE??????
-Com a tua comunidade, com a tua sociedade, e as cobranças sociais sobre a tua pessoa?
-Com a tua mulher meu caro? Com teu homem minha cara?
-BROTHER E TU CONTIGO MESMO?
Beleza, todos são muitos importantes.

MAS, o que mais acontece é o seguinte…
Temos humanos que são muitos mal orientados no seu desenvolvimento como PESSOAS. Se não for o caso de não haver orientação alguma, ou ainda, muitos casos de pessoas que são completamente desorientadas pelas fatalidades do nosso sistema segregacionista. Aqui mesmo no Brasa galera, temos o sistema e suas marginais né… Aqui rola um Apartheid chamado FAVELA…

Bem, muitas dessas pessoinhas são pais e mães, que criam filhinhos como a própria cara de manga esgualepada, esmilinguida… (determinismo)
Nascem várias criancinhas desorientadas neste sistema excessivamente caótico. É, e essas criancinhas crescem. Sim, elas crescem e dai sabe o que acontece? Á é, não me diga Yam, elas se relacionam né? É...

E ai vem a segunda coisa que eu boto fé. Se o Amor é como eu sinto, e como dizem os mais sábios, ele deve estar em todos os lugares. Até no ódio eu disse que há Amor, então ele TEM QUE ESTAR EM TUDO!
E ai eu boto fé nas PESSOAS, pois o Amor tem que estar nelas também.

E eu quero que esteja nelas, pois eu também quero receber Amor, e compartilhar o Amor com meu irmãos.

Eu boto fé em várias pessoas. As que eu mais boto fé são as que eu mais AMO.

Mas, se o meu mundo interior não estiver fluindo de acordo com o Amor isso vai se manifestar nos meus relacionamentos e nos de vocês…

Eu botei fé em uma mina, e mais uma, mais uma e mais uma….
Talvez nenhuma delas tenha botado fé em mim. Ou talvez eu ainda não tenha botado tanta fé em mim, no Amor que eu sinto e ainda não consegui alguém que quisesse compartilhar dessa sensação ilimitada comigo; pois é que eu realmente quero ver até aonde eu posso levar, ou elevar essa sensação… só sei que é compartilhando com meus irmãos.
(Dentro da nossa realidade dual galera, nós temos gêneros.  Na minha opinião, a melhor maneira e mais intensa de compartilhar o Amor é entre gêneros, por isso eu busco a sensação mais elevada da experiência de compartilhar o Amor em uma mulher.)

E assim é com muitos de nós.
Galera, as pessoas vão nos frustrar diversas vezes, não é por mal, é a caminhada evolutiva de cada uma delas…
Não alimentem monstros dentro de vocês por relacionamentos frustrados.
Não projetem suas frustrações nas outras pessoas.
Assumam a sua responsabilidade e tentem resolver suas feridas dentro de vocês.
O resultado sera um novo você, melhor, mais forte, mais magnético aos olhos de todos nós!!!

Sobre o AMOR galera, gostaria de finalizar assim –

O AMOR é a LOUCURA MAIS LOUCA que eu já pude experimentar pois – ele não lhe garante nada a não ser INTENSIDADE!


Heheheheheeh AHOW AMO VOCÊS MESMO!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Vocês

Vocês acham que sabem como a vida é. Tenho uma novidade: vocês não sabem. Somente conseguem constatar como as suas vidas são. Como a sua vida é? E você acha que a vida é assim? A sua vida é assim.
Vocês não estão aptos para falar sobre certo e errado; sobre comportamento e como a vida deveria ser... A sociedade doente é o próprio fato social a ser estudado por sociólogos que constatam em uníssono o preocupante diagnóstico. A sociedade está doente…
O meu critério sobre o que é bom é a felicidade, e vocês não são felizes. Não são o suficientemente felizes para mim e para a minha vida. Agora, vejamos, ainda assim vocês não se contentam com conselhos, histórias ou metáforas... Vocês querem se reproduzir, projetar suas angústias nas nossas vidas; querem que o que vocês crêem seja verdade, mas vocês inverteram as coisas... Vocês crêem na camada fina em que pisam, e rezam para que ela seja capaz de suportá-los enquanto carregam cada vez mais peso consigo. Vocês têm medo do que há por trás das suas “verdades”, pois no fundo sabem que elas não são verdadeiras. E o pior, vocês têm tanto medo que a sua covardia torna-se coragem para nos por no mesmo caminho o qual vocês trilharam sem êxito. Inconscientes, ignoram os resultados, praticam o desapego dos sonhos, e acreditam que são maduros por ter os pés no chão, por preencherem seus vazios com consumo. A matéria lhes dá prazer, lhes dá segurança, lhes dá um psiquiatra e remédios, lhes dá stress mantê-la? Dá dor nas costas, e um plano de saúde; lhes dá bruxismo, café, cigarros, e um bom dentista. Lhes dá câncer, e a percepção tardia da verdade – a matéria é LIMITADA. O que vocês nunca terão é liberdade.
Desculpem-me. Só estou devolvendo o que é de vocês, e assumindo o que é meu. Porque as coisas estão prostituídas entendem? E isso me confundia muito. As coisas vêm sendo prostituídas há muito tempo, pois tudo é mercadoria neste sistema capitalista, e pra quem já não possui sequer a capacidade de oferecer as próprias mãos a obra, só lhe resta vender sua dignidade e rastejar às margens da nossa sociedade sobrevivendo de migalhas, terra e lixo. Há aqueles que, desde cedo, são induzidos de forma desleal a vender sua dignidade; tem gente que demora, barganha, sobre o preço e depois vende igual; mas existe alguns milagres pra lhes lembrar que nem todo mundo tem seu preço. É dessa forma que o sistema cria uma sociedade zumbi - mediante um contrato de alienação da sua consciência, valores e dignidade por certo preço. E vocês todos assinaram esse contrato tacitamente. Mas nós, jovens despertos, crescemos em número e força cada dia mais e mais. E não assinamos porra nenhuma, nem tacitamente, nem nada. Estamos observando toda essa chacota que herdamos. Vocês venderam nosso ar, nossa água, nosso alimento, nossa cultura, nossos direitos… Hoje eu respiro poluição; tomo água com cloro, fluor e bosta; me alimento com venenos químicos; cultura é Globo, RBS e Zero Hora; e os meus direitos? Ou eu vou rasgar a Constituição, ou eu vou fazer os representantes do meu Estado engolir aquela merda toda a porretes. E pra vocês perceberem o genocídio e a prostituição de todas as coisas eu gostaria que vocês tentassem imaginar o mundo daqui a 50 anos, quando eu terei 71 anos, e lhes pergunto, se vocês conseguiram imaginar, o que me espera? O que espera por meu filho? Será que eu poderei ter um filho, ou, no andar da carruagem, ter um filho pode vir a se tornar uma insanidade? Que mundo vai sobrar pro meu filho? E netos? Já me preocupo por nós mesmos, comendo veneno, tomando veneno, respirando veneno, e radição por tudo… Se as últimas gerações apresentam um quadro cancerígeno preocupante imaginem a minha geração do microondas e celular!!! Tudo tem seu preço… um preço karmico seus filhos da puta!
Já não sabemos como tudo isso começou, mas como eu disse isso não é um problema meu – meu problema é como isso acaba. Acaba quando eu for capaz de compreender que bagunça vocês estão espalhando por ai. Quando eu traduzir que besteira que vocês resmungam dia e noite, o tempo inteiro. Quando eu ver o que está faltando pra completar o quebra-cabeça. O que estavam escondendo de vocês?! O que tentaram esconder de mim?

Fizeram-me parecer ingênuo – quando na verdade eu sou puro.
Fizeram-me parecer tolo – quando eu estava muito a frente da ignorância.
Fizeram-me parecer antiquado – quando sou holístico.
Fizeram-me parecer culpado – quando curioso.
Fizeram-me parecer estranho – quando sou único.
Fizeram-me parecer doente – quando eu estava olhando para a cura.
Fizeram-me parecer louco – quando nunca estive tão lúcido.
Vocês prostituíram as coisas. Eu tive que limpá-las pois foi preciso compreendê-las.  Isso me deu muito trabalho, mas nem tanto.
  Eu vos desculpo, eu vos perdôo.

domingo, 25 de setembro de 2011

Pra cego ver, pra surdo ouvir!

           Então, caros, estimados, queridos amigos, eu estava pensando sobre os textos que eu venho escrevendo e como eu tenho tentado passar várias mensagens através de cada um deles. Me ative à questão da mensagem. Que mensagem afinal eu quero passar? De que forma ela pode chegar mais eficaz, eficiente, e efetiva o possível para meus queridos leitores. Foi ai que eu tive a idéia de tentar escrever o texto mais claro sobre a mensagem que eu quero vos passar. Começa assim:

          Quem ai tem algo contra o Amor? Alguma objeção? Alguém ai acha que o Amor é ruim? Percebam que eu não estou falando sobre relacionamentos e suas complexidades inerentes. Falo sobre o que lhes vem à cabeça (ou melhor, ao coração) quando falo de Amor. Pode ser aquela sua recordação de receber um beijo na testa do seu pai, do seu abraço apertado. Da sua mãezinha e as mordomias que ela lhe concedia com ternura e carícia. Do seu avô, grande patriarca, e seu olhar sábio sobre a mesa cheia das pessoas que ama, orgulhoso de sua maestria na condução daquela linda família. Pode ser do seu filhinho amado recém nascido. Ou seu irmãozinho nas mesmas condições. Pode ser até daquele Amor que você gozou tão intensamente, mas hoje já não existe mais. Enfim, seja lá como for a sua concepção de Amor, a questão é – todos concordamos que o Amor é algo bom? Se eu te der um beijo espero não receber um tapa. Se você aceita essa premissa (como aceitar um beijo) então continuemos a mensagem.

          O Amor, meus queridos, na verdade é algo muito difícil de ser aceito, e mais difícil ainda de ser doado. Às vezes é até difícil de pronunciar essa tal palavra, tamanho é o poder que envolve o Amor. Pessoas foram presas, foram assassinadas, torturadas, caladas, ridicularizadas, censuradas, crucificadas... Entre tantas outras atrocidades porque ousaram a falar de Amor. Mas, por que isso? O que afinal há de tão perturbador e ao mesmo tempo poderoso no Amor? Por que quem fala de Amor sofre todas aquelas atrocidades que eu mencionei outrora? Por que é difícil aceitar o Amor e dar Amor?

          Bem, vejamos... Você ama alguém? Considera que o ama? Tente chegar o mais breve o possível e falar para essa pessoa o quanto você a ama. Declare isso da maneira como você sente. Verás quanta energia absurda vai brotar desse momento. Você sentirá uma mistura de mil emoções, todas juntas, querendo explodir do seu centro para fora de você. Essa sensação pode ficar extremamente poderosa, você provavelmente vai chorar, talvez possa se esvair em lágrimas. Essa energia vai lhe inundar, vai lhe corroer, vai lhe destruir e lhe fazer renascer e perceber milhares de coisas maravilhosas ao seu redor que você não tinha capacidade de apreciar, mas que todas elas contribuem para tudo ser como é, como foi, como você nasceu e conheceu aquela pessoa amada, e foi a única maneira que tudo aconteceu para você chegar a ler este texto e quiçá ter praticado o que eu lhe propus. Você vai perceber que, nesse momento intenso, você daria tudo por essa pessoa que lhe fez sentir tanto Amor. Daria até sua própria vida (em casos mais soturnos a vida de outros). E o que isso significa?

          O Amor, meus queridos, é a força da verdadeira união entre os nossos corações, e não há nada mais poderoso que isso. É um laço que o seres são capazes de criar entre si que abrange um nível vital! Você confessou que daria sua própria vida pela pessoa amada. E isso ocorre porque o Amor dissolve a noção de indivíduo; porque o Amor é justamente uma energia que transita de ser para ser impulsionando toda a existência. O ser humano diante do Amor já não percebe a morte da mesma forma, pois não percebe o ego, não percebe a noção de indivíduo da mesma forma eis que só resta a força predominante de uma relação, um laço, que é o Amor ENTRE aquelas pessoas. Então o Amor verdadeiro (não confudam com a paixão. A paixão é fundada no ego, pois paixão é o apreciar e querer ter para si. Quando queremos a propriedade de algo é porque estamos imersos na ilusão do indivíduo, portanto precisamos de propriedade.) amedronta os mecanismos de defesa do ego e o põe em cheque ao ponto de nós nos sacrificarmos por Amor. E esse é o motivo pelo qual é difícil para o homem aceitar a energia de dissolução do Amor e entregar-se à essa força suprema que é a responsável pela regência de todas as coisas do Universo. É assim que o Amor está para além da dualidade humana de luz e trevas.

          Hoje em dia nosso sistema politico parte da noção de individualidade para nos segregar, nos isolar, nos fazer sentir solitários e incapazes diante de tantas imundicies anacrônicas do sistema. Nós competimos uns contra os outros sem escrúpulos para alcançar patamares de luxo irrascíveis. Só existe uma maneira da sociedade global vir a se tornar a sociedade utópica que o sistema nos apresenta como inalcançável – Amando o próximo incondicionalmente. Nós só conseguimos ser justos o suficiente com as pessoas que amamos, pois é somente por elas que somos capazes de sacrificar a própria vida. Se o Amor nos leva à destruição do paradigma do individualismo demonstrando que o ser humano tem a capacidade de Amar outros seres ao ponto de trocar sua própria vida pela continuidade da vida deste outro ser, então é o Amor incondicional o único caminho capaz de nos levar à sociedade utópica, não mais inalcançável. Meus amigos peço-lhes encarecidamente que canalizem a energia do Amor em suas casas. Comecem por Amar a vocês mesmos do fundo do coração. Nós precisamos primeiro nos preencher para podermos transbordar. Assistam a um video de quando vocês eram crianças e percebam a doçura, a pureza, e a essência natural da criança que vocês eram. Lembrem-se que essa essência ainda habita dentro de vocês e que essa criança ainda é você. Reencontre sua essência natural e a Ame como você nunca fez antes. Limpe seu coração de culpas e julgamentos e então comece a irradiar o Amor que você canalizou para tudo e todos em pról do futuro da humanidade. Quem está lendo saiba que não é por acaso, pois essa mensagem não foi escrita por acaso, assim como nada é por acaso. Eu senti uma necessidade muito forte de escrever sobre o Amor, da maneira mais altruística o possível, pelo Amor que eu sinto por todos e que cresce de forma irracional dentro do meu ser cada vez mais e mais. Muito obrigado a todos que leram esta mesagem de Amor, espero que vocês a repassem da forma como acharem mais conveniente. Pelo Poder do Verbo – Nós Somos Amor!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

"Mati a Formiga"

          Haviam 2 irmãos (5 anos) gêmeos, geminianos, gênios; conversando sobre a vida de uma formiga, se durava dias, meses ou milênios. Tanto um quanto o outro – os 2 cadiombleiros – especulavam se a formiga os via lá no alto como eram eles de fato; se tinha consciência do que existia ao seu redor, e de algo maior. Um deles, então, chegou mais perto, analisou o inseto, e lhe porrou com um golpe fatal e certo. O outro sentiu um nó na barriga – “Que dó da formiga!” – gritou ele em extrema agonia. O primeiro nada sentia, olhava a formiga, enquanto obtinha sua primeira epifania. "Nossa! Eu matei o bicho consciente disso por meu próprio juízo e capricho." Pensou o menino. "O que diferencia esse sacrifício de Deus e seu santo ofício?" Pensou denovo. "Seria eu como um Deus para a formiga ao decidir sua vida?" Tomou-lhe um soco. "Ela era minha amiga!" Falou-lhe o outro. 

          A retórica do menino - claro - tinha certo sentido. Com certeza nos remete à algo muito curioso e poderoso sobre a verdadeira essência que nós somos. Nós temos consciência da vida que vivemos - Homo Sapiens Sapiens - pois somos uma espécie que sabe que sabe. Temos também um poder, que independente de qualquer crença, é um fato - o livre arbítrio. Isso significa que podemos decidir o que vamos fazer a cada segundo que se passa, e essas decisões vão além do comando das nossas vidas singulares como indivíduo, pois podemos também decidir a vida dos outros. Tanto os animais, quanto os vegetais, quanto os nossos próprios irmãos da mesma espécie, enfim, todos os seres vivos estão - em última instância - submetidos as nossas decisões individuais. Percebem, meus alunos, quanto poder temos em nossas mãos? Porque vocês sabem - a responsabilidade vem do poder (liberdade/livre arbítrio). Quanto mais poder você tem, mais livre você é, mais responsabilidade você tem. Se podemos decidir a nossa vida, podemos decidir a vida das outras criaturas (o que nos difere é a consciência!), podemos até conceber a vida de um outro ser tão poderoso, e livre, e responsável quanto nós, por meio do sexo (UNIÃO dos corpos de gêneros opostos), quanto poder temos em nossas mãos? QUEM afinal somos nózes?

http://www.sajnoticias.com.br/2013/06/21-animais-incriveis-que-voce.html

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A Nave do Pensamento

            Ahh... (!) eu sento-me, começo a prestar atenção no professor. Ele quer comunicar-se comigo, esmera-se, esforça-se, e eu também; tento receber aquela mensagem - o conhecimento específico. O professor transmite, mas, em algum momento da viagem quântica das vibrações emitidas por suas cordas vocais, o conteúdo da sua mensagem vai perdendo-se, transmutando-se, e, quando chega até seu receptor, a mensagem perde o axioma do qual foi investida.
            Talvez, simplesmente, o professor fale muito lentamente, o que gera muito espaço e tempo para que a mente demasiada ágil do receptor distraia-se e repare nas suas vestimentas, na maneira como o professor interage; poderá fazer uma análise psicológica do professor, ou uma análise do fato social que é a aula; poderia ainda pensar sobre a formatação do ensino – se é adequada, ou não... São tantas milhares de conjecturas. Cada uma - um elo; de elo em elo o pensamento liga-se um no outro e torna-se capaz de constituir uma estrutura de tele transporte.
            A nave do pensamento guia o receptor para diversos pontos no espaço e no tempo. No passado todas as cenas têm o mesmo peso dos sonhos – são apenas cenas imprecisas (mesmo a melhor das memórias), representações de sensações; é quase artístico lembra-se, é lírico, melancólico... Por horas segue o viajante na nave, regredindo nas suas memórias como se estivesse assistindo a um filme – até a trilha sonora ele consegue escutar. Em uma memória específica ele ancora a nave; aquela cuja sensação é a melhor de todas, a cena é a mais linda, a trilha também... Ali permanece o viajante por muito tempo; quanto mais tempo ele permanece ali, mais ele imerge na sensação – goza intensamente daquele momento – que coisa linda ele achara dentro de sua cabeça. Por que sair dali? E, quando quase entrando em estado meditativo, lembra-se: “não sou viajante, sou receptor, e sou um péssimo receptor, não faço idéia o que este homem estranho à minha frente está a falar por horas. Se por horas eu estive viajando, significa que perdi horas do discurso específico – logo, terei horas de estudo me aguardando. Mas ESSE é o momento da aula! Quanta perda de tempo.” “Estúpido!” Fala de si para si o sujeito. Todavia ele sabe que a nave do pensamento está o aguardando para subtraí-lo a qualquer instante...
            A nave subtrai a atenção para um foco mental fora do aqui/agora e leva a presença do ser para uma viagem. Desta vez para o futuro. O viajante, não que ele tenha medo (normalmente os viajantes desconhecem o medo. A sua curiosidade é maior que o medo a ponto de interessarem-se inclusive por ele. Quando o medo é sentido por curiosidade, a consciência analítica quase que o dissolve por inteiro – ele é demasiado relativo para o viajante empírico.), mas ele não sabe como se encaixar, muito menos ordenar a nave do pensamento. Nesse sentido, a viagem para o futuro torna-se complexa, confusa, disléxica, talvez inútil (?), ou não. Quem manda é a nave, o viajante só se permite (mesmo quase coagido).

            “Eu poderia ser um jornalista. Posso viajar e relatar. Eu poderia ser um escritor. Resgato histórias, aplico uma pitada do por vir desconhecido do futuro, um pouco de liberdade artística... Poderia ser um poeta, ou um músico se eu conseguir tocar o piano. Resgato as sensações e as toco. Eu poderia ser um psicólogo, afinal, muito já viajei pela psique do ser humano. Poderia não ser nada disso. Se a nave não me der o presente da paz serei somente um louco.” Pensava o receptor viajante.

            A nave do pensamento me deu o presente eterno. Mas quem aprende a conduzi-la tem muito mais que isso.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Sincronizando, Recebendo, Registrando - Parte II

            Nós criamos uma egrégora que vibrava na frequência necessária para receber as informações de igual frequência. Nós passamos a co-criar nosso sincrodestino. Na minha visão individual eu tentava compreender o que estava acontecendo - percebi as artimanhas da quântica mágica da mente. A dúvida sempre me acompanhou, entretanto era ela também que me empurrava na direção das provas que eu precisava para acreditar e entender... Mas entender e acreditar no quê exatamente? Esse era o ponto nevrálgico da busca. Como a teoria vira prática?

            Livros e experiências de certo teor transcendente e místico começaram a chegar em abundância até mim. Mil maneiras de falar sobre a mesma coisa - e tudo aquilo eu já sabia, mas não sabia que sabia, não acreditava que sabia. Aos poucos fui me convencendo e aceitando algo muito maior que eu. Uma presença foi estabilizada. Sutilmente consegui visualizar que não estava sozinho

            Eu sempre vivi nas encostas de uma montanha, num vilarejo comum, com pessoas comuns, e uma rotina comum, por mim bem conhecida e agradável. Um dia eu subi a montanha do conhecimento até seu topo. Deparei-me com uma visualização geograficamente privilegiada. Podia ver a cena terrestre de uma forma holística: a natureza, a sociedade, seus agentes...
            Percebi que uma tormenta vinha furiosamente em direção a tudo isso e também a mim, no topo da montanha. Fui até o outro lado e lá encontrei o precipício mais aterrador já visto pelo homem. Equilibrando-me na beira do penhasco me vi obrigado a tomar minha decisão permanente: uma voz repousou sobre mim sutil, tranquila e afável, congelando o tempo e o espaço num raio de lucidez para que eu me concentrasse unicamente na sua proposta clara - "Pula em direção ao precipício que eu te faço voar." disse-me a voz afável. Eu recuperei minha razão, o tempo voltou a correr, a tormenta estava muito próxima e minhas opções eram saltar em direção às profundezas obscuras do precipício somente com a fé na proposta mais louca que eu já ouvira (como assim me faria voar?!), ou sucumbir ao medo da obscuridade do penhasco, da loucura lúcida daquela voz afável, de pular insanamente em direção ao desconhecido sem qualquer garantia real de que eu sobreviveria, de que o meu corpo continuaria comigo, de que um dia eu poderia ver o meu vilarejo, minhas pessoas, minha rotina estável, agradável e bem conhecida por mim. Sendo assim, eu teria de enfrentar na carne a tormenta. Primeiramente teria de, inevitavelmente, ver o meu vilarejo sendo destruído pela tormenta, ouvir os gritos de terror das minhas pessoas, sentir a minha rotina conhecida sendo rasgada de mim pra sempre, e depois eu mesmo sentir a destruição da tormenta na carne para, quem sabe, sobreviver só.
            Eu pulei.

            Aceitar em mim uma presença superior foi o salto mais assustador em direção à fé. Depois disso senti o poder do amor e da bem aventurança me conduzindo ao estudo do auto conhecimento. Não estou aqui por acaso. Neste grande teatro da vida todos nós temos um papel; cada um tem de interpretar seu drama, e, somente com o conhecimento das próprias características será possível potencializar seu personagem.

            Eu não tenho conhecimento específico. Apesar de ter o mínimo de estudo, de leitura, de conhecimento em geral; o que eu sei vem antes e é mais abrangente, pois não é meu - me é dado. Esse é meu papel: receber, intuir, traduzir e informar.

            Nesse sentido devo continuar os registros. Dia 15 de março de 2011 recebi uma missão relacionada com 2012. Meu primeiro comando era sincronizar e ser coerente com a minha consciência para que eu pudesse cumprir a missão com êxito. O segundo era recrutar irmãos para ajudar-me na busca por mais informações, na coerência espiritual, no amparo psicológico e emocional. E por fim, juntamente com meus irmãos, espalhar uma mensagem de amor, meditação, sincronização, conhecimento e coerência, sendo, eu mesmo, o exemplo vivo da mensagem; do contrário minha palavra não teria força. Por isso eu tinha um guia que me acompanhava há muito tempo...

            Certa ocasião - em um surto autodestrutivo - acidentei-me de carro embriagado. Acordei no outro dia inconsciente - eu estava no meu quarto, ileso - mas subitamente recuperei flashes de memória e lembrei-me que havia deixado meus documentos com a brigada militar. Sem pensar em mais nada me dirigi intuitivamente à brigada sem sequer tomar banho, escovar os dentes ou qualquer outra coisa. Simplesmente acordei e fui até lá como que tele guiado. Chegando lá encontrei um brigadiano que me disse que o oficial que apreendera meus documentos não se encontrava, e educadamente me convidou a sentar. Percebendo meu estado energético o brigadiano começou a discorrer sobre embriaguez, autodestrutividade, e espiritualidade. Contou-me algumas experiências próprias - naquele momento comecei a perceber uma atmosfera estranha no recinto. Aquela sensação de congelamento do espaço e tempo, aquele repousar de energia psicodélica na matéria, transcendente, a incredulidade do fato presente... Quando menos percebi o brigadiano num olhar estático de fogo disse-me que não me conhecia, não sabia de nada sobre mim, que não tinha motivos pra falar o que iria falar, mas tão somente por minha vontade de ouvir. Ele disse que via um anjo ao meu lado, que aquele anjo me acompanhava, me protegia e me guiava desde que eu nascera, e que era ele que o mandara falar tudo o que me havia falado. No entanto, disse-me o brigadiano, se eu pudesse ver o exército de espíritos baixos que lutam pelo meu fracasso eu morreria de medo.

            Essa experiência transcendental não veio de uma festa have, de um ritual místico, do uso de psicotrópicos... Veio de dentro de uma unidade da Brigada Militar, mais especificamente de um brigadiano! Eu o fiz algumas perguntas, e, logo depois de tudo o que havia de ser dito assim o foi, chegou o brigadiano que detinha meus documentos quase que simultaneamente - eu diria sincronicamente - chegou meu avô. O brigadiano me entregou os documentos com um sorriso, conversou com meu avô de maneira muito tranquila, mandou-me ir pra casa com Deus e eu fui. Sai da delegacia com meu avô, incrédulo, não sabia como o explicar que nada havia sido feito contra mim...

            Voltando ao dia 15 de março, um dos meus irmãos de caminhada havia me enviado um link do antigo site do movimento do Sincronário da Paz -  www.calendariodapaz.com.br - indicando que eu lesse o texto trânsito de Vênus 2004-2012, os oito anos da conversão harmônica. Pois bem, assim eu o fiz; li o texto. Nesse momento outro texto já me chamava atenção -A ProfeciaTelektonon-http://calendariodapaz.com.br/homeLuaHarmonicaVermelha/movimento.php?cdItem=2&cdSubItem=7

            Li a tal profecia e não pude deixar de notar outro texto que dizia IMPORTANTE TEXTO EM PORTUGUÊS DO BOLETIM RINRI III, ESCRITO POR VALUM VOTAN, O ENCERRADOR DO CICLO- http://calendariodapaz.com.br/homeLuaHarmonicaVermelha/ProjetoRinriBoletimIIIVolume4Nro3.php.

            Depois de ler tudo isto eu senti a mesma sensação de descarga energética que havia sentido no dia anterior. Senti que havia recebido uma mensagem clara. Na tarde do mesmo dia, sai eufórico do trabalho correndo para a beira do rio onde costumo encontrar meus confraters e os contei sobre tudo; sobre os meus anseios a respeito de 2012 e como se dera meu chamamento.

            Ninguém compreendeu muito bem minha euforia. Escolhi então um número mais seleto de irmãos para que me ajudassem a pensar melhor sobre essa questão. Com meu irmão Christo Chula observei novamente um vídeo esplêndido de McKenna:
http://www.youtube.com/watch?v=mQehBoWdCAQ

            As coisas se encaixavam e faziam sentido, cada vez mais.

            No dia seguinte, surgiu a oportunidade de encontrar mais dois irmãos que, sensibilizados com minha apreensividade, começaram a ponderar com mais seriedade sobre a questão, eis que um deles, o rastafari, assim profere:

            - Então irmão.. Hoje mesmo tive um contato interessante com uma mulher que carregava um colar com o símbolo que eu avistara no Peru, da cultura Andina, ela disse-me que hoje mesmo rola um ritual da Mísitca Andina, o que vocês acham de comparecer?

            Eu não vacilei, disse para irmos, o irmão Antonio concordou, e lá estávamos...

            Presenciamos, interagimos e compartilhamos do ritual humildemente, e no primeiro momento em que nos foi dada a palavra (pois quase que todo grupo era integrado por mulheres de faixa etária um pouco acima da nossa, e lhes era curioso o fato de 3 jovens tão peculiares estar presente ali - afinal por quê exatamente?) eu fui diretamente ao ponto. Contei a elas pelo que havia passado nos últimos dias e o quão intenso havia sido. E então falei - quero saber sobre 2012.

            A mulher por quem eu me senti mais atraído entre todas foi quem me respondeu... Ela, com muita serenidade, e cuidado ao escolher as palavras, me falou sobre a transição pela qual iríamos passar e já estamos passando, de uma forma muito tranquila, no entanto aquela tranquilidade toda me dizia mais sobre o que eu queria saber - tinha mais para saber...

            Graças ao próprio blog que escrevo fiz um importante contato. O sr. Mautama Krishnarabi mecionara comigo sobre meu blog, e vice-versa, eu sobre o dele... Aproveitei o contato para perguntar-lhe por orientações no mesmo sentido eis que, em seguida, seus posts me responderam mais ainda sobre o caminho que eu escolhi trilhar. Eram os seguintes posts:
 
http://www.youtube.com/watch?v=XWIvfE01J0k&feature=relmfu